terça-feira, maio 26, 2015

No sábado, combinamos de na casa do Pedro, gravarmos cenas do documentário que Rafael ta fazendo a partir de minha obra lítero-musical. As cenas que gravamos foram relativas a meu livro Rato e um pouco de outras coisas. 
O filme a que Rafael deu o nome Peixe será ficção de 3º grau, já que o 1º grau dela foi a vida de verdade, e o filme será a partir dos livros e músicas que são já um 2º salto. 
Por último, o 3º salto será o Peixe.
No fim, ele tirou um retrato da equipe.
Vejam:

segunda-feira, maio 25, 2015

As Vizinhas de Trás para Copacabana:

Além disso As Vizinhas que foram pra Lagoa, com seus novos donos:


E uma foto que achei na net da participação de ontem, na apresentação da Séculos Apaixonados:


sábado, maio 23, 2015

Ontem, fizemos um ensaio de minha participação na apresentação da banda Séculos Apaixonados, no Posto 9, em Ipanema. Entre as músicas da banda tocaremos as minhas “Para Pegar” e “A Vida é Livre”.
Vejam as outras atrações:
Hoje, na casa de Pedro, simularemos a Cabeça de Porco, onde morei na década de 80 e onde se passa a ação de meu livro Rato. Rafael vai filmar tudo para o filme Peixe, documentário que ele ta fazendo comigo e que é ficção, ta se ligando silencioso leit@r?
Ontem, ele mostrou no facebook a imagem das ratinhas Pinta, Nina e Santa Maria.
O Peixe é o início de um país.

Vejam:

quarta-feira, maio 20, 2015


Fui tirar sangue hoje pra os exames que monitoram os efeitos dos remédios que se metabolizam dentro de meu corpo. Também fiz exame de urina, porque de acordo com meu último exame de sangue, a médica achou por bem investigar o xixi.

As pessoas mais velhas têm de fazer exames periódicos, porque com o tempo, o corpo vai estragando e, aí, a medicina vai tentando consertar o que pode. A medicina vai tentando consertar o que pode, mas agredindo, leit@r. daí que tem que ter o cuidado pra não estar muito fraco na hora de receber os cuidados dela, porque, se você estiver fraco, você morre por conta dos remédios que tentam te salvar, quer dizer, você morre antes da hora.

O que quero dizer, é que dependendo da situação, é mais jogo você deixar com que a doença te consuma, do que tentar se salvar, porque os remédios te matariam antes que a doença, ta ligado?

Fui.

terça-feira, maio 19, 2015

Estou inaugurando um novo jeito de fazer minha’As Vizinhas de Trás. Elas estão a cada dia encontrando a si mesmas, sem que sejam elas mesmas, bom e generoso leit@r.
Eu explico:
Quando comecei com elas, de quando em vez aparecia um menino no seu meio. Depois ficaram apenas elas e os rapazes foram excluídos. Aí, com o tempo de fazê-las, embora cada qual fosse uma, achei que todas fossem mamãe. Ou que todas fossem eu. Todas Eva. Todas a Serpente. Todas Uma. Quer dizer, todas tudo.
Aí, da penúltima para a última tela, comecei a fazer com que as 5 de um quadro, fossem a representação de uma mesma vizinha, assim, leit@r, como a imagem de um mesmo rio, mas que nunca é o mesmo, ta ligado?
Eu exemplifico:

segunda-feira, maio 18, 2015

Mamãe dizia que a manhã passa rapidíssimo e que ela preferia os afazeres nessa parte do dia, porque de tarde pra noite, ela já não tinha mais energia e tinha de ficar sentada. Também acho tudo isso que mamãe achava, quando vai dando a noite, tudo já começa a rarear como o tempo dos sonhos e, aí, silencioso leit@r, ela ficava nas novelas.
Não vejo mais televisão em casa. 
Ficou complicado conseguir ligar ela numa antena, aí, deixei pra lá.
E não sinto falta.
Pedro veio e acabou de fotografar minha nov’As Vizinha de Trás.
Veja: