segunda-feira, julho 28, 2014

Tenho gostado demais das fotos que a Anye Devalone tem postado em seu perfil no facebook, leit@r. E vi que em algumas aparecem as minh'As Vizinhas de Trás", veja:

domingo, julho 27, 2014



Pedi ao Pedro que “closasse” essa casa, que avisto de minha nova janela, porque eu gostava de morar nela, leit@r. Os sonhos fluem de lá, veja, como de uma fonte.
Estou a, talvez, uns dez metros de quando morei com mamãe, na casa de trás e embaixo. Mas é como se eu estivesse em outro lugar, em outra Niterói, e, no dia frio de hoje, noutro país ha ha ha.
Vejam:

sexta-feira, julho 25, 2014



É incrível como não sei quando alguma coisa que faço cairá no gosto de quem vê.
Eu tinha feito a música “Meu Irmão”, que de algum modo, fala disso, leit@r, e naquela época, para minha alegria, alguns amigos colocaram a música em seus shows: Suely Mesquita num show intitulado Preta Pagã e Ilda Santiago, num show que fui ver no Rio de Janeiro.
Faz algum tempo, Pedro decidiu colocar a ‘Meu Irmão” no youtube. Armou um vídeo maneiro com fotos nossas e tal, sobre uma gravação antiga que tinha aqui, em fita cassete. E um João fez um único comentário pra música, lá no youtube.
Depois é que soube que o João do comentário é o João de BH, da Variável 5, por onde pensamos lançar a campanha de crowndfunding para o Poema Maldito.
Também, para minha alegria, João veio me visitar outro dia, ainda na casinha de trás e embaixo.
E sem que eu desse conta, ele estava fotografando leit@r!
Me mandou as fotos, vejam:






quinta-feira, julho 24, 2014



Eu gosto demais de pão requentado e de silêncio.
Eu adoro.
E o adorável silencioso leit@r sabe: o que há de comum entre as duas coisas é que vão crescendo, vão num movimento de preencher, talvez, explique melhor assim: o sabor do pão requentado com a manteiga amarelada, derretida, o sabor dele ingerido pelas glândulas, o que seja,  na língua, leit@r, e o movimento de imagens adentrando o silêncio, tudo muito sutil, uma frequência de espaço celestial, tudo microscópico dentro do tamanho tão grande de eternidade, também, cubos de gelo que se diminuem, transformando-se em limonada na jarra esverdeada.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

quarta-feira, julho 23, 2014



Era logo depois do almoço, quando voltei pra casa, ontem.

Esse sol de inverno é mais inclinado e as sombras, por isso, por trás das coisas, são maiores.

O portão estava entreaberto.

Logo na entrada, dei de cara com três cachorros de rua fazendo a sesta, ali, atrás do muro.

Tenho medo de cachorro, leit@r.

Estaquei.

Eu disse baixinho:

- Sai – e escancarei o portão, cheio de receio.

Levantaram-se um a um e foram saindo obedientes.

O último deles não tinha uma das pernas traseiras.

Fiquei com pena.

Fui.

terça-feira, julho 22, 2014



A parceira Kali C. me propôs fazer um show juntos, cru como tenho sido, voz e violão apenas. O leit@r sabe que isso faz muito sentido, porque estou prestes a explodir a bolha do disco “Poema Maldito”, que gravei nesse estilo mais heavy no Tomba Records, com Felipe Castro.
E, no domingo, tivemos um primeiro encontro para pensarmos o bichano.
E, leit@r, colocar-se no mesmo compasso de outro, pra gente que é humano, de início, exige treino, você sabe.
Depois, será natural como estar no leito de dois rios que se encontraram.
É certo que eu e Kali mostramos nossas músicas, um ao outro, pelo correr dos anos, como coisa natural. Mas mostrá-las juntos, engrossar o caldo, na mesma força e ritmo do correr das pedras, é diferente.
Estamos animados!
Fui.                
                                Foto feita por Rafael Saar

segunda-feira, julho 21, 2014



Antes que eu entregasse a casa onde morei com mamãe à imobiliária, Rafael Saar e Pedro Paz vieram para fazermos umas músicas na casa vazia. Não sabemos muito bem como usar o que colhemos, pois o leit@r sabe, é um processo.
E quando perguntei ao Rafael sobre o que ele pensava fazer, ele disse:
- Ainda não sei...
Pedro fez o making of.
E escolhi três fotos de que gostei muito, pra mostrar: