sábado, março 28, 2015


Vim alimentar os gatinhos de Pedro e fazer um pouco de companhia pra eles, que me adoram, leit@r silencioso. Dona Preta fica mais na dela, come e fica por aí, sozinha e quieta. Mas os filhotes querem estar comigo, encostados em mim, como sombra, ta ligado? Eu curto muito isso. Eles são muito lindos.+++++++++++++ - esses + foi 01Ted*-++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++, .... foi Ted quem escreveu, o leit@r entende, eles são muito + e têm presença de Paraíso.

Fui.

 
Cultura & Lazer - em Folha de Niterói:
Luís Capucho
apresenta novas
canções
O cantor e compositor Luís Capucho
apresenta, na quarta-feira (01/
04) às 20h, no Teatro Popular, as novas
canções de seu quarto álbum,
“Poema Maldito”, lançado no final
do ano passado. Gravado por Felipe
Castro no Tomba Records Stúdio
(Niterói), o disco traz Luís aliado a
novos parceiros.
O show é realizado pelo projeto
“Quartanauta”, uma parceria com o
selo niteroiense Astronauta, abrindo
o espaço para artistas independentes.

sexta-feira, março 27, 2015

Eu e Felipe continuamos ensaiando pra o show do dia 1º no Teatro Popular Oscar Niemayer, em Niterói. Quarta-feira próxima, dia 1º.
Eu já disse, o pessoal do coletivo lala filmes esteve num dos ensaios.  Pedi que filmassem Os Gatinhos de Pedro pra divulgar o show e vejam:
Os Gatinhos de Pedro - Luís Capucho from lala on Vimeo.

quinta-feira, março 26, 2015

CELSO BLUES BOY (BRILHO DA NOITE)

Eu me lembro de ter começado a fazer grandes mergulhos na
música brasileira de classe média, nos anos 80. Eu era um cara bem tristinho e
a música brasileira de classe média meio que me ajudava nisso, me amparava. Eu
não curtia a músicas que não fossem tristes. Então, quando apareceu o pessoal
do rock brasileiro, eu não entrei naquela onda, leit@r. Não tinha tristeza ali.
Era uma coisa mais revoltada, mais rasa, uma bateria que não tinha evolução e
raro swing, então, eu não entrava, passava ao largo, meus ouvidos queriam mais
que aquelas bandas conseguiam fazer. Demorei bastante pra assimilar o Cazuza, o
Renato Russo, o Herbert Vianna, porque no fim, tudo veio cair na MPB, ta
ligado?
Então, Ruth me emprestou o livro que Maria Juçá escreveu,
assim, uma biografia do Circo Voador, que é o que dava vazão pro pessoal do
rock. Então, eu identifiquei muita coisa ali. Eu vi que um cara que andava pela
noite bebendo com o pessoal do Cão sem Dono – grupo de música do Paulo Baiano e
do Marcos Sacramento – era um personagem importante do circo. Mas eu sempre fui
um tipo meio à margem de tudo, então, eu não sabia quem era o Fernando Libardi.
Eu só era amigo do Sacramento e do Baiano, se liga.
Mas o que eu quero dizer, é que a leitura do livro me fez ir
no youtube ouvir as bandas que tocaram no Circo. A impressão não mudou.
Continuo não gostando daquilo. Um dos que gostei, é a guitarra do Celso Blues
Boy.


Vejam:

quarta-feira, março 25, 2015

Os rapazes da Lala Filmes vieram aqui no meu níver. Continuei fazendo minh’As Vizinhas de Trás. Chamei o Felipe e tocamos minhas músicas do Poema Maldito. Edil veio e fez bolo. Tirou fotos. Quando Pedro chegou cantamos o Parabéns.
Foi um presente pra mim, leit@r silencioso, ter amigos e o meu trabalho de arte registrado porque, aí, vai rolando uma divulgação e mais leit@res silenciosos poderão se dar conta de que ando fazendo um lance bonito e tudo. Eu sei que haverá bondosos leit@res que torcerão o nariz pra minha estética, mas isso é um risco inevitável. Então, ta lindo!
Esse meu dia de aniversário especial assim, não tem a ver com o filme Peixe, cuja produtora é a Dilúvio Produções. O Peixe ainda ta multiplicando as células que conformarão seu corpo, ainda ta multiplicando as células, como na multiplicação dos peixes de jesus.
A vida é livre!

Fui.
Edil tirou muitas fotos, vejam:









terça-feira, março 24, 2015

making off 23março2015 n

Eu e Felipe acabamos de ensaiar o Poema Maldito, disco que apresentaremos ao vivo no Teatro Popular Oscar Niemayer do 1º de abril, quarta-feira que vem, às 20 horas. O teatro é muito bonito, à beira do mar, e é onde começa o Caminho Niemayer, que vai de fora a fora, na orla de Nikity City. Estamos animadíssimos, porque o palco é enorme, e tem um som muito bom, tem luz boa, é um teatro de verdade.
Vou mandar um papo reto pro meu silencioso leit@r, eu já disse, a idéia era que as pessoas se espremam pra entrar e que ocupem todo o teatro, pra não ficar uma coisa triste, aquele teatrão com umas poucas pessoas sentadas em lugares esparsos e a gente naquele palcão enorme, tocando o Poema Maldito. Eu não devia aceitar fazer show assim, em lugares enormes, porque o silencioso leit@r sabe, não tenho público que encha o lugar. A não ser que viessem as pessoas que me curtem do Brasil inteiro, o povo de São Paulo, de Minas, da Bahia, Paraná, Pernambuco... aí, sim, lotava.
De qualquer modo, a gente vai apresentar o disco lá e animados... vai que o povo de Nikity resolve conhecer o som do luís capucho e, aí, vem silenciosos leit@res da Engenhoca, do Fonseca, de Jurujuba, do Buraco da Onça, do Palmares, tudo...

Fora isso, fazendo As Vizinhas de Trás novas. 
Pedro fotografou, duas:


sexta-feira, março 20, 2015

Fazendo nov’As Vizinhas de Trás.
Pedro me deu uma revista de moda pra que eu tivesse referências de luz pras bichanas e acabo pegando outras coisas além da luz, por isso, minh’As Vizinhas de Trás quase são bonecas, mas não são, porque sem querer elas aparecem com alma, leit@r. Eu vi uma vez n’algum lugar que o fotógrafo americano Robert  Mapplerthorpe dizia não saber porque suas fotos ficavam boas. Eu também não sei, boas ou ruins, de onde vem a expressão das Vizinhas. Ontem, uma delas apareceu com uma cara enojada, de quem visse um panorama desastroso dentro da própria cabeça. Não foi minha intenção fazê-la assim. Não sou esse pintor todo, com controle. Elas meio que aparecem pra mim, à revelia, quer dizer, elas chegam apavorando, ta ligado, silencioso leit@r?

Fui.

quinta-feira, março 19, 2015

Eu e Pedro fomos assistir, ontem, à temporada de shows, às quartas-feiras, no Bar Semente, na Lapa, de lançamento do disco novo de Marcos Sacramento “Autorretrato”. Eu tenho dito aqui no Blog Azul de que a cada show novo de Sacramento, ele está melhor. E continuo dizendo, ele continua ficando melhor. O que aconteceu agora é que o Sacramento que é amigo da gente, o Sacramento de verdade, o Sacramento íntimo, o do “Autorretrato” foi pro palco. Ele está amigo do público, silencioso leit@r. E teve até uma hora em que ele, quando passou os primeiros minutos, depois da primeira música, quando sentiu ter entrado na corrente de fluxo do show, assim, quando foi tomado pela força, disse:
- Agora, relaxei. Eu tava com medo, mas agora relaxei. Eu não conheço vocês... – e passados uns segundos de suspense continuou - ... brincadeira, conheço todo mundo aqui... – e saiu nomeando alguns que conhecia.
Ele tava meio que homenageando os  ídolos da MPB, silencioso leit@r. Cantou uma música de sua autoria, dizendo que fez uma música de Chico Buarque, depois cantou outra que fez de Caetano Veloso, mas a que cantou pros seus gatinhos Preto e Raja e que não disse que fez de Roberto Carlos foi a que fez a imaginação da gente, a minha imaginação, ter espasmos, bom leit@r, que coisa!
Também, como homenagem, levou pro show uns tiques de Angela Rorô, o leit@r sabe, aquele negócio de ficar prisioneiro da força da camisa e ficar o tempo todo tentando se encaixar na bichana.
Eu e Pedro estávamos numa mesa logo no gargalo do palco. E, aí, o Sacramento cheio de amor veio pra mim e me beijou carinhoso, enquanto cantava. Tudo amor, leit@r.
Tinha uma mulher na mesa com a gente que era amiga do Sacramento. Eu perguntei a ela, como assim, se eu não te conheço? Aí, eu vi que os amigos de Sacramento estão em camadas, que eram camadas de amigos na plateia, tipo, Roberto, porque a mulher elegante disse:
- Sacramento foi a estrela do espetáculo que ajudei na pesquisa e que escrevi com Sérgio Cabral “È com esse que eu vou”. Você viu?
- Vi, sim. Ele até, com os atores, dedicou o espetáculo a mim, no dia em que fui – eu disse. Aí, ela tirou da bolsa um jornal e começou a ler, enquanto o show não começava.
Quarta que vem tem mais show de Marcos Sacramento, leit@r, no Semente, da Lapa.
Pedro, amor puro, fotografou a gente: